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Data da Publicação: 04/07/2014 - 10h56
Postado em Senar - PR

04/07/2014 10h56 - Postado em Senar - PR

A nova cara da olericultura no PR

SENAR-PR oferecerá 12 novos módulos na cadeia produtiva

olericultura

O mercado da olericultura movimentou R$ 25 bilhões com uma produção de 19,6 milhões de toneladas em 2011, segundo dados divulgados pelo Anuário Brasileiro de Hortaliças (2013). Os números refletem a importância desse setor que concentra milhares de produtores em todo o país. Talvez acostumados a programas de TV ou a lembranças familiares, onde pontificam hortas caseiras, os consumidores, meta final dos olericultores, sequer imaginam o trabalho e as constantes novidades que essa atividade exige. Plantar, manejar, se defender do clima e colher demandam conhecimento. Para reforçar a cadeia produtiva, o SENAR-PR está desenvolvendo 12novos módulos nos cursos de olericultura. Por isso, firmou parcerias com instituições públicas e privadas, como a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade  Tecnológica do Paraná (UFTPR), Bayer, Koppert e Eletric Plastic.

“A parceria promove integração técnica, científica, operacional e de extensão. As universidades elaboram o conteúdo e as empresas oferecerão treinamento aos nossos instrutores”, observa a técnica e engenheira-agrônoma Vanessa Reinhart, do SENAR-PR. Segundo ela, os treinamentos anteriores eram divididos por cultura, o que não atendia a demanda dos olericultores por causa da diversidade de cultivos. “Com a nova divisão de todo processo produtivo por módulos haverá um tempo maior para o produtor assimilar o conteúdo, tirar suas dúvidas e realizar práticas durante o treinamento. O objetivo é que cada um desses novos módulos seja ministrado em 24-40 horas ”, explica. A nova cara dos cursos de olericultura foi definida a partir de um estudo “Diagnóstico da produção de hortaliças na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), aspectos técnicos, sociais e ambientais”, que revelou as principais dificuldades dos produtores
em 100 propriedades. A pesquisa, divulgada em 2011, foi realizada pelo SENAR-PR, em parceria com o Sebrae-PR, a UFPR e o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

Os módulos
São eles: Manejo conservacionista do solo para olericultura (UEPG); Nutrição de plantas; Colheita e pós colheita de olericultura; Planejamento da produção; Cultivo protegido de hortaliças; Hidroponia (Esalq); Qualidade da água, métodos e manejo de irrigação para olericultura; Identificação e controle das principais doenças de olericultura (UFPR); Controle Biológico (Biocontrole/Koppert); Pragas e inimigos naturais (Bayer) e Gestão financeira para olericultores (UFTPR).

Título da Postagem: A nova cara da olericultura no PR

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