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Data da Publicação: 05/06/2013 - 12h00
Postado em Notícias

05/06/2013 12h00 - Postado em Notícias

Governo cria rede de inovação tecnológica para a agropecuária

A presidente Dilma Rousseff disse ontem (04/06/13), durante anúncio do Plano Agrícola e Pecuário 2013/2014, que o governo está criando uma rede de educação profissional e de inovação tecnológica envolvendo as universidades federais, as escolas técnicas, a Embrapa e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), gerido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil […]

A presidente Dilma Rousseff disse ontem (04/06/13), durante anúncio do Plano Agrícola e Pecuário 2013/2014, que o governo está criando uma rede de educação profissional e de inovação tecnológica envolvendo as universidades federais, as escolas técnicas, a Embrapa e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), gerido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

"Vamos elevar a competitividade da nossa agricultura construindo uma relação muito importante, fruto de parceria entre o Ministério da Educação (MEC), a Embrapa e a CNA, montando uma rede de educação profissional e inovação tecnológica. Com isso, iremos dar um grande reforço na formação técnica e profissional", disse a presidente Dilma durante discurso.

Após a cerimônia, o ministro da Educação, Aloisio Mercadante, disse que a rede foi desenhada para as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, que produzem mais da metade da safra de grãos do país e estão recebendo várias obras de infraestrutura logística. "Serão vários institutos federais, que estão sendo desenhados dentro do arco norte, todos em função da logística que está sendo construída: as estradas de ferro, as rodovias, as hidrovias".

O ministro disse que a rede vai "alavancar" o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), criado em 2011 com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica, e formar mão de obra qualificada, de acordo com as necessidades de cada região produtora.

Entre as áreas escolhidas para o início do projeto estão irrigação e agricultura de baixo carbono em Gurupi e Formoso do Araguaia, no Tocantins; agricultura de precisão e cana-de-açúcar em Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso; pecuária de corte em Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; agricultura de precisão em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia; e silvicultura de espécies nativas e pecuária em Santarém, no Pará.

FONTE: Agência Brasil
Danilo Macedo e Thais Leitão – Repórteres

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