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Data da Publicação: 01/07/2014 - 18h46
Postado em Feijão

01/07/2014 18h46 - Postado em Feijão

FAEP pede recursos da AGF para feijão

Os preços do feijão carioca no Paraná continuam se desvalorizando sendo registradas cotações médias atuais de R$ 58,00 por saca, sendo que em algumas regiões o preço já chegou a R$ 50,00 por saca, de acordo com a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab)

O Paraná deve produzir 871 mil toneladas de feijão, segundo a Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) e a previsão para a segunda safra é de 455 mil toneladas. Com preços depreciados, abaixo do custo de produção, o governo disponibilizou recursos de R$ 20 milhões no mês de junho, que já foram integralmente utilizados, ainda segundo a Conab, o que de forma limitada e bastante concorrida, garantiu o apoio a menos que 3% da produção da segunda safra.

Os preços do feijão carioca no Paraná continuam se desvalorizando sendo registradas cotações médias atuais de R$ 58,00 por saca, sendo que em algumas regiões o preço já chegou a R$ 50,00 por saca, de acordo com a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O ritmo de comercialização atual é lento, sendo 30% inferior ao comercializado no mesmo período do ano passado, sem contar que em algumas regiões não há compradores.

Com o preço médio atual os produtores paranaenses seguem obtendo prejuízos para um preço mínimo de R$ 95,00 para o feijão carioca e custo de produção de R$ 104,77 por saca, segundo a Conab. O preço médio do feijão preto também segue abaixo do preço mínimo de R$ 105,00 por saca.

Com esse panorama da comercialização do feijão, o presidente da FAEP, Ágide Meneguette, solicitou a “imediata liberação de recursos para realização de AGF no Paraná no valor de pelo menos R$ 20 milhões para o mês de julho, com previsão de ampliação de recursos para os meses seguintes”. O documento foi encaminhado aos ministros da Agricultura, Desenvolvimento Agrário, Casa Civil, Planejamento, Faszenda e Desenvolvimento Indústria e Comercio, além dps Secretários Executivo e de Política Agrícola do Mapa e ao secretário da Agricultura Familiar.

O presidente da FAEP acrescentou estar certo de que poderá contar com o entendimento dessas autoridades federais, lembrando que aguarda “com urgência o apoio à comercialização para evitar maiores prejuízos aos produtores”.

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