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Data da Publicação: 19/09/2013 - 12h00
Postado em Meio Ambiente

19/09/2013 12h00 - Postado em Meio Ambiente

Campo&Cia: confira as principais notícias na edição desta quinta-feira

Uma das maiores queixas do setor agropecuário, quanto ao uso de novas tecnologias, é o passo de tartaruga com que as instituições do governo analisam os pedidos para liberação de registros de novos defensivos agrícolas. Uma reportagem da revista Exame, de setembro, trata do assunto, escancarando a lentidão e a enorme burocracia na análise dos […]

Uma das maiores queixas do setor agropecuário, quanto ao uso de novas tecnologias, é o passo de tartaruga com que as instituições do governo analisam os pedidos para liberação de registros de novos defensivos agrícolas. Uma reportagem da revista Exame, de setembro, trata do assunto, escancarando a lentidão e a enorme burocracia na análise dos processos. Os números dizem tudo: com uma fila de quase 1300 pedidos, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) libera cerca de 150 defensivos por ano. Mas cabe uma ressalva importante, quanto à reportagem. A matéria diz que nos últimos 10 anos a produtividade das lavouras brasileiras estagnou, com crescimento de apenas 4%, e atribui isto à queda de produtividade por causa do bloqueio a novos defensivos. Adriano Riesemberg, diretor da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, a Adapar, diz que é um exagero imaginar que um agrotóxico influencie diretamente na produtividade.

Você já ouviu falar em cotas de reserva ambiental? Desde a aprovação do novo Código Florestal no ano passado, o produtor que tem área de Reserva Legal (RL) sobrando na propriedade pode vender ou arrendar essa área. Ou seja, é uma opção para produtores que têm déficit de reserva legal. Quem tem área de RL sobrando, portanto, tem aí uma opção de renda.

Uma das maiores queixas do setor agropecuário, quanto ao uso de novas tecnologias, é o passo de tartaruga com que as instituições do governo analisam os pedidos para liberação de registros de novos defensivos agrícolas. Uma reportagem da revista Exame, de setembro, trata do assunto, escancarando a lentidão e a enorme burocracia na análise dos processos. Os números dizem tudo: com uma fila de quase 1300 pedidos, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) libera cerca de 150 defensivos por ano. Mas cabe uma ressalva importante, quanto à reportagem. A matéria diz que nos últimos 10 anos a produtividade das lavouras brasileiras estagnou, com crescimento de apenas 4%, e atribui isto à queda de produtividade por causa do bloqueio a novos defensivos. Adriano Riesemberg, diretor da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, a Adapar, diz que é um exagero imaginar que um agrotóxico influencie diretamente na produtividade.

Você já ouviu falar em cotas de reserva ambiental? Desde a aprovação do novo Código Florestal no ano passado, o produtor que tem área de Reserva Legal (RL) sobrando na propriedade pode vender ou arrendar essa área. Ou seja, é uma opção para produtores que têm déficit de reserva legal. Quem tem área de RL sobrando, portanto, tem aí uma opção de renda.

Vamos falar agora de um programa que interessa a todo produtor rural. O nome é “Acerte o alvo”: elimine a Deriva nas Pulverizações de Agrotóxicos. Um dos coordenadores desta campanha é o engenheiro agrônomo Nelson Harger, da Emater, em Londrina. É um programa que envolve esforços de técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Emater, Federação dos Engenheiros Agrônomos, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, o CREA, e o SENAR-PR. Não falta gente para ajudar a acertar o alvo.

A previsão é de chuva forte na região Sul do Paraná, segundo o meteorologista Lizandro Jacobsen, do Simepar.

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