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Data da Publicação: 21/12/2011 - 12h00
Postado em Notícias

21/12/2011 12h00 - Postado em Notícias

Produção nacional de frango cresce 6,9% neste ano

A produção brasileira de frango deve alcançar 13,084 milhões de toneladas neste ano, 6,9% mais do que em 2010, segundo estudo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef) divulgado hoje. Conforme a entidade, a produção destinada ao mercado interno deve somar 9,14 milhões de toneladas, ou 69,9% do volume total.  A quantia que ficará no mercado […]

A produção brasileira de frango deve alcançar 13,084 milhões de toneladas neste ano, 6,9% mais do que em 2010, segundo estudo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef) divulgado hoje.

Conforme a entidade, a produção destinada ao mercado interno deve somar 9,14 milhões de toneladas, ou 69,9% do volume total.  A quantia que ficará no mercado doméstico é 8,3% superior à de 2010.

No caso das exportações, a previsão é de um volume de 3,937 milhões de toneladas, crescimento de 2,7% sobre 2010.

Em nota, o presidente da Ubabef, Francisco Turra, disse que o cenário positivo para o mercado interno é resultado "da maior presença do frango como escolha preferencial, e não apenas como substitutivo a outras carnes com preços mais elevados".

Segundo ele, o aumento da renda tem sido "determinante para o crescimento do consumo de proteínas animais".

Turra observa, porém, que o setor enfrenta redução das margens de lucro por conta de maiores custos de produção, especialmente em decorrência da alta do milho. A elevada carga tributária também é um problema para o setor, segundo a entidade.

O comportamento do câmbio durante boa parte deste ano – quando o real ficou forte em relação ao dólar –  também contribuiu para a queda  das margens de lucro das agroindústrias. De acordo com Turra, o recuo das vendas de frango para mercados como Rússia, Egito e Turquia impediu um desempenho melhor das exportações. No entanto, embarques para China, Japão e Arábia Saudita "favoreceram o saldo recorde das exportações em 2011", diz em nota.

Para o  próximo ano, Turra prevê um período difícil. "Ouvido o setor, percebe-se que os investimentos, mais uma vez, serão postergados e o crescimento será contido nos próximos anos."

Fonte: Valor Econômico – Alda do Amaral Rocha

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