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Data da Publicação: 26/10/2018 - 09h34
Postado em Destaques, Notícias

26/10/2018 09h34 - Postado em Destaques, Notícias

Despacho da Funai mobiliza agronegócio do Oeste

FAEP, Sindicatos Rurais e produtores estão realizando uma série de ações para garantir a continuidade da produção agropecuária na região

As últimas semanas foram de apreensão na região Oeste do Paraná. Tudo por conta de um despacho da Fundação Nacional do Índio (Funai) que aprova a identificação da Terra Indígena Tekohá Guasu Guavirá, de ocupação tradicional do povo Avá-Guarani, localizada em Altônia, Guaíra e Terra Roxa, municípios que têm vocação para o agronegócio há décadas. O documento da Funai é uma etapa do processo para a criação de uma área indígena, por meio da demarcação.

O Despacho Nº 2, de setembro de 2018, apresenta o resultado de um estudo coordenado pela antropóloga Marina Vanzolini Figueiredo que identificou uma área de aproximadamente 24 mil hectares, dividida em duas glebas e áreas de ilhas que poderiam abrigar uma população indígena estimada em 1.360 pessoas (os dados são de 2013). Porém, nesta área estão 172 propriedades rurais legalizadas e produtivas.

“Essa decisão abalou o agronegócio da região, e terá um impacto no setor [caso se confirme]. Caiu como uma bomba. Ninguém mais tem coragem de investir e as áreas desvalorizaram por conta da indefinição. Todos estão sem chão”, relata Silvanir Rosset, presidente do Sindicato Rural de Guaíra. Ainda segundo o dirigente, sem essas terras haverá perda de R$ 150 milhões na região.

Dentre os três municípios, Terra Roxa terá a maior parcela de demarcação. Dos 24 mil hectares identificados no estudo, 14,4 mil estão dentro do território da cidade. “Existe um desespero total entre os produtores”, relata o presidente do Sindicato Rural de Terra Roxa, Vagner José Rodrigues da Silva.

Leia a matéria completa no Boletim Informativo.

Título da Postagem: Despacho da Funai mobiliza agronegócio do Oeste

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