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Data da Publicação: 14/10/2013 - 12h00
Postado em Faep

14/10/2013 12h00 - Postado em Faep

FAEP defende o Porto e irrita a ministra Gleisi

Na última semana, a edição nº 1236 do Boletim Informativo da FAEP trouxe como matéria principal a proposta da Secretaria Especial dos Portos (SEP) e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) sobre o arrendamento e concessões no Porto de Paranaguá. O texto lembrou a existência de uma outra proposta entregue anteriormente aos dois órgãos […]

Na última semana, a edição nº 1236 do Boletim Informativo da FAEP trouxe como matéria principal a proposta da Secretaria Especial dos Portos (SEP) e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) sobre o arrendamento e concessões no Porto de Paranaguá. O texto lembrou a existência de uma outra proposta entregue anteriormente aos dois órgãos federais, baseados no Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto Organizado de Paranaguá. Mas solenemente ignorado por Brasília.

Numa reunião da SEP e ANTAQ com os usuários do Porto, em 27 de setembro, onde a ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil e responsável pelas questões portuárias, não esteve presente, foi determinado que o prazo para eventuais sugestões sobre a proposta do Governo Federal seria dia 25 de outubro.

A discussão ganhou as páginas dos jornais e no último dia 08, “O Estado de São Paulo” publicou: “Paraná ameaça ir à Justiça contra proposta do governo para Paranaguá”. Dois porta-vozes opinaram no relato do jornalista Mauro Zannata, autor do texto: “Estamos dispostos a questionar na Justiça, sim. Vamos até á última instância. Se for para prejudicar as cooperativas, vamos questionar. Não podemos correr nenhum risco”. (Secretário estadual de Infraestratura e Logística, José Richa Filho, irmão do governador Beto Richa – PSDB). “Lamento muito que seja essa a posição. Sequer conversamos sobre as mudanças e temos ameaça? Seria importante não politizarmos essa questão”. (Gleisi Hoffmann, chefe da Casa Civil.)

Do ponto de vista pratico, a decisão que ocorrerá é política até porque há dois projetos em discussão, e embora a ministra tenha declarado ao jornalão paulista que a EBP (empresa contratada sem licitação para formatar a proposta federal) tenha “avaliado detidamente os estudos de Paranaguá” não há notícia que algum especialista da empresa tenha visitado o terminal paranaense. Ou mesmo feito alguma indagação ou exposição sobre um paralelo entre o que Brasília pensava e o estudo da Administração do Porto executara.

Leia matéria na íntegra no Boletim clicando AQUI

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