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Data da Publicação: 04/07/2016 - 11h23
Postado em Crédito Rural, Destaques

04/07/2016 11h23 - Postado em Crédito Rural, Destaques

Crise reduz tomada de crédito pelo plano Agricultura de Baixo Carbono no PR

Situação econômica não poupa nem o programa, referência na capacitação técnica para o desenvolvimento de projetos

O plano Agricultura de Baixo Carbono (ABC), lançado pelo governo federal em 2010 para incentivar a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis, não passou ileso a crise que assola diversos setores do país. Diante de um cenário de juros altos e instabilidades econômica e política, a contratação de operações via ABC despencou no Estado na última safra agrícola.

De acordo com dados do Banco do Brasil, principal agente financeiro do agronegócio nacional, 159 contratos foram realizados na safra 2015/16, no valor total de crédito disponibilizado de R$ 25,5 milhões. Na temporada anterior, quando a crise ainda era uma “marolinha” por aqui, 854 contratos, no montante total de R$ 138,7 milhões, foram efetivados. Ou seja, a crise atingiu em cheio o andamento do ABC no Paraná, com queda de mais de cinco vezes tanto no número de contratos como no valor liberado.

“Com esse cenário que está aí, com instabilidades econômica e política, o produtor ficou reticente”, aponta Renato Viana Gonçalves, coordenador do plano ABC no Paraná. “O produtor não vai entrar só porque é bonitinho. Tem a segurança da pesquisa e da extensão que comprova a eficiência, sustentabilidade e rentabilidade, complementa.

Histórico

Apesar do momento conturbado, o plano ABC tem um histórico de excelência no Paraná. Na safra de lançamento (2010/11), apenas um contrato foi realizado, no valor de R$ 395 mil. Posteriormente, o que se viu por aqui foi um avanço rápido e sólido do programa, principalmente em função da capacitação do corpo técnico para o desenvolvimento de projetos, exigidos na hora de contratar o crédito junto aos agentes financeiros.

A necessidade de preparar os técnicos ocorreu em 2011, a partir de um diagnóstico por parte do grupo gestor do programa no Estado, que contava com a participação de 13 entidades do agronegócio, tanto do setor público como privado, como o Sistema FAEP/SENAR-PR. Inclusive, o SENAR-PR financiou parte dos custos dos cursos de qualificação para os técnicos e também para produtores.

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