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Data da Publicação: 08/11/2013 - 12h00
Postado em Agronegócios

08/11/2013 12h00 - Postado em Agronegócios

Campo&Cia: ouça as principais notícias do agronegócio aqui na rádio da FAEP

Quando alguém volta a tropeçar em problemas conhecidos, que já tinham até sido superados, a gente diz que “fulano está andando para trás”. Pois é, na agricultura, é até bom olhar para trás e lembrar o que já aprendemos, mas andar para trás, negativo. Nesta semana, o setor produtivo paranaense começou uma mobilização para não […]

Quando alguém volta a tropeçar em problemas conhecidos, que já tinham até sido superados, a gente diz que “fulano está andando para trás”. Pois é, na agricultura, é até bom olhar para trás e lembrar o que já aprendemos, mas andar para trás, negativo. Nesta semana, o setor produtivo paranaense começou uma mobilização para não andar para trás. O nome da campanha é “Plante Seu Futuro”, nada mais nada menos, do que fortalecer as boas práticas no campo, para se ter uma agricultura mais sustentável. Houve reuniões com centenas de produtores e técnicos em Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa. E haverá novos encontros, em outros municípios. Não se trata de uma ação exclusiva do governo, apesar de o governo do estado participar. É uma união de várias instituições, como FAEP, Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep), Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Embrapa e Itaipu Binacional.

Vamos falar então da tal lagarta, a helicoverpa armigera, que está fazendo estragos por lavouras de soja país afora. O produtor Euclides Serdi, de Maringá, conta que deu de cara com ela quando inspecionava a plantação, localizada entre Iretama e Roncador. Euclides não reconheceu a espécie da lagarta na hora. Recolheu uma como amostra e mandou para análise.

Justamente no período em que os triticultores estão animados com o início da colheita, o governo autorizou a importação de mais de 600 mil toneladas de trigo com tarifa zero. Com essa medida, a cotação do trigo no mercado interno despencou de R$ 900 para R$ 730 a tonelada. Baita injeção de ânimo para a triticultura paranaense. O Campo&Cia conversa com Pedro Loyola, coordenador do Departamento Técnico Econômico ( DTE) da FAEP, sobre a situação.

A previsão é de temperaturas mais altas e pancadas de chuva em todo o Paraná, segundo o meteorologista Paulo Barbieri, do Simepar.

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