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Data da Publicação: 29/02/2016 - 09h16
Postado em Destaques, Sanidade

29/02/2016 09h16 - Postado em Destaques, Sanidade

Agora falta pouco

Paraná aguarda o referendo final da OIE, que será votado em maio, para ser considerado oficialmente livre da peste suína clássica

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) coloca em votação na próxima 84ª Sessão-Geral, que acontece em Paris, no período de 22 a 27 de maio, a solicitação do Paraná, de outros 13 Estados e do Distrito Federal, de área livre de peste suína clássica (PSC). As comissões Técnica e Científica da OIE já analisaram e aprovaram o pedido brasileiro. Desde 1994 o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) concedeu esse status aos três Estados da região Sul.

O diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, (Adapar), Inácio Kroetz, avalia que não haverá mudanças imediatas em termos de abertura de novos mercados. “Acredito que nos próximos dois ou três anos o mercado internacional comece a cobrar essa chancela internacional. Mas, nesse processo, o mais importante é que esse status representa mais um degrau alcançado na direção da conquista do Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação. Essa certificação vai significar muito em termos de conquista de novos mercados exportadores para os produtores paranaenses”, afirma.

A comunicação oficial da OIE à Adapar ocorreu no último dia 18 de fevereiro. Agora os países membros têm 60 dias, antes da assembleia, para fazer novos questionamentos sobre essa solicitação. “É muito raro que após as aprovações das comissões haja algum questionamento dos países membros. Além disso, o Paraná nunca teve um pleito rejeitado junto a OIE. Outro aspecto importante a destacar é que esse reconhecimento é uma novidade. Antes a OIE não fazia reconhecimento de área livre para a PSC”, comenta Kroetz.

O padrão internacional para se medir a qualidade, padrão, robustez e segurança dos serviços veterinários paranaenses é a febre aftosa e não a peste suína. O presidente da Adapar explica que os suínos não são vacinados contra aftosa, mas são suscetíveis à doença, pois estão em uma área que não é livre da doença.
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