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Data da Publicação: 08/08/2017 - 15h24
Postado em Destaques, Hortifruticultura

08/08/2017 15h24 - Postado em Destaques, Hortifruticultura

CT de Hortifruti debate desafios do setor e rastreabilidade

Programação da reunião desta terça-feira (8) contou com palestras sobre registro de agroquímicos e o acompanhamento do produto desde a lavoura até o varejo

Os avanços registrados nos últimos anos e os desafios futuros nortearam o trabalho da Comissão Técnica de Hortifruticultura da FAEP, nesta terça-feira (8), na sede da entidade, em Curitiba. O encontro reuniu dezenas de integrantes, que puderam se atualizar do trabalho realizado pela FAEP no segmento, além de compartilhar informações para novas demandas.

“Os avanços são inquestionáveis. As vezes não no tempo que esperamos. Mas, nos últimos anos, podemos contabilizar inúmeras conquistas que fizeram o setor evoluir. Precisamos continuar trabalhando”, apontou Marco Antônio Machado, presidente da Comissão de Hortifruticultura.

Na programação da reunião, o gerente de regulamentação da Basf, Tadashi Yotsumoto, fez uma palestra sobre os “avanços de desafios para registro de agroquímicos”. Segundo o profissional, hoje existem mais de 500 culturas atendidas, muitas que não tinham nenhum produto registrado até pouco tempo. Isso vai ao encontro da necessidade de o setor crescer, e aumentar a produção.

“O desafio do agronegócio mundial é aumentar em 70% a produção de alimentos até 2050. O avanço da produção de frutas e hortaliças é fundamental”, ressaltou Yotsumoto, destacando que o Brasil é protagonista neste cenário, como terceiro maior produtor de fruta e o nono de hortaliça do mundo.

A quase totalidade da produção nacional é consumida pelo mercado interno. Apenas 1,5% é exportado. Apesar disso, o Brasil tem compradores em 74 países.

Em seguida, Tiago Gambatto, técnico da empresa PariPassu, apresentou um modelo de rastreabilidade. Atualmente, o processo é exigido por importantes redes de supermercado, fazendo com que os produtores se adaptem para manter e/ou ganhar mercado. Gambatto destacou que o sistema permite o uso de forma digital e remota. “Hoje, a rastreabilidade pode ser feita num smartphone ou outro acessório. Inclusive de forma off-line. O produtor vai colocando as informações ao longo do dia e quando tiver sinal joga tudo na nuvem.”

Título da Postagem: CT de Hortifruti debate desafios do setor e rastreabilidade

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