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Data da Publicação: 15/03/2012 - 12h00
Postado em Notícias

15/03/2012 12h00 - Postado em Notícias

Chinaglia começa a negociar entendimentos sobre Código Florestal

Segundo o novo líder do governo na Câmara, ainda não há definição sobre adiar a votação para depois da Rio+20

O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), novo líder do governo na Câmara, disse que vai começar a ouvir os segmentos envolvidos com a discussão e votação do Código Florestal para tentar um entendimento em torno do texto a ser levado à votação. "Pela complexidade do tema estou na fase de aferir posições. A partir desse contato, vou falar com o governo para verificar se é possível algum ponto de encontro".

Segundo o líder, o governo, neste momento, tem a posição de que o acordo que foi feito para votar a matéria no Senado envolveu também a representação da Câmara. "Então vamos ter que esclarecer mais uma vez para ver se é possível haver negociação. Se for possível, em torno de quais pontos? Se não for possível, ai vamos decidir".

Sobre as especulações de adiar a votação para depois da Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável), em junho, Chinaglia disse que não há uma definição sobre isso. "Houve líderes de partidos da base que acham que não deve ficar para depois da Rio+20. O código, neste momento, está longe de haver acordo no mérito e, por consequência, no procedimento. Mas vamos trabalhar para ver a possibilidade de votar".

O líder do PT, deputado Jilmar Tatto (SP), disse que a preocupação do governo e do PT é não descaracterizar o Código Florestal, "aquele que ao mesmo tempo preserva e ao mesmo tempo garante a produção". Segundo ele, a espinha dorsal do texto é aquilo que foi acordado e votado no Senado."O procedimento e o comportamento da bancada do PT é garantir o que foi acordado e aprovado no Senado. Recebemos um parecer do relator, deputado Paulo Piau, e fizemos uma analise desse relatório. Tem 26 itens que nós destacamos no PT, concordamos com cinco, que acho que melhora em relação ao que foi aprovado no Senado", disse o líder petista.

Fonte: Agência Brasil

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