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Data da Publicação: 06/06/2011 - 12h00
Postado em Notícias

06/06/2011 12h00 - Postado em Notícias

Análise do PIB Agropecuário

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, no primeiro trimestre de 2011, cresceu 1,3% sobre o quarto trimestre de 2010.  É o que apontam os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na sexta-feira (3).Cabe destacar que a agropecuária foi o setor que mais cresceu no período, com 3,3%, seguido do setor […]

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, no primeiro trimestre de 2011, cresceu 1,3% sobre o quarto trimestre de 2010.  É o que apontam os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na sexta-feira (3).Cabe destacar que a agropecuária foi o setor que mais cresceu no período, com 3,3%, seguido do setor industrial com 2,2%.
PIB – 1º Trimestre/2011 – Crescimento em relação ao 4º Trimestre de 2010

Setores

Crescimento   (%)

Agropecuária

3,3

Indústria

2,2

Serviços

1,1

A participação da agropecuária vem reforçar sua importância na economia brasileira e o papel que desempenha, haja vista a estabilização econômica a partir de 1994, com o Plano Real.  Já o crescimento em relação ao mesmo período de 2010, foi de 3,1%. Este resultado deve-se ao desempenho de culturas como soja, milho, arroz, algodão e fumo. A produção brasileira de grãos para a safra 2010/11 é estimada em 159,5 milhões de toneladas.

A produtividade também é uma variável importante a ser destacada, dado ao crescente emprego de tecnologias modernas, pesquisa e produtos de ponta, com níveis de produtividade equiparados aos grandes produtores mundiais.  De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB, a produção brasileira de grãos entre as safras 1999/2000 e 2009/10 passou de 83 milhões para 147 milhões de toneladas, com crescimento médio anual de 5,9%. Já a área cultivada passou de 37 para 47 milhões de hectares, taxa média anual de 2,3%. A grande mudança também foi alavancada pelo fato de que o produtor rural vem, cada vez mais, se transformando em empresário rural.

Elaboração: Gilda Bozza, economista da FAE

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